Primeiro, eu não acredito que nós viemos do macaco, nós viemos é da ameba, de um ser unicelular, e isso já faz tempo… Embora a energia que nos alimenta seja antes de tudo espiritual, isso não nega a materialidade deste plano dimensional que conhecemos. De fato existe em nós a vida da matéria, e de fato nossos genes nos influenciam, afinal somos animais. E por mais que alguns de nós se julguem superiores, somos postos de joelhos diante das leis da filogenia.

Embora os processos corpóreos são conduzidos por processos elétricos e estes por processos magnéticos, não abordarei na presente série assuntos relacionado com a radiônica, física microvibratória, medicina vibracional, ressonância mórfica ou qualquer estudo de Rupert Sheldrake, Richard Gerber, L. Chaumery, André de Belizal, Amit Goswami, Masaru Emoto, nem tão pouco citarei o espiritismo, ocultismo, parapsicologia, nem ao menos os grandes: Carl Gustav Jung, Bert Hellinger, Alexander Lowen, William Reich; até mesmo porquê acredito ser um dos poucos a se interessar por estes assuntos.

Falarei dos aspectos evolutivos e evolucionistas da nossa espécie, apenas isso.

O Homo sapiens, não apenas parece, mas respira, se move e pensa como um macaco. O homem moderno tem um corpo e um cérebro da Idade da Pedra. Somos o resultado do nosso passado. As pressões a que fomos expostos por milênios deixaram um legado mental e emocional. Algumas dessas reações e emoções herdadas de espécies anteriores, não são mais úteis nos dias de hoje; não são funcionais, precisamos evoluir e nos adaptar a nova realidade. É por isso que o homem moderno se encontra perdido, dentro de sua filogenia...LEIA MAIS NO BLOG>>>